Como contribuir para a formação do paladar e os hábitos alimentares? O processo de aprendizado da alimentação.

Como contribuir para a formação do paladar e os hábitos alimentares? O processo de aprendizado da alimentação.

É normal muitos pais se queixarem que seus filhos não comem frutas, verduras e legumes e por isso a gente te explica um pouco mais sobre o que fazer quando isso acontecer.

Vocês sabiam que o paladar é um dos sentidos mais importantes para o desenvolvimento das preferências alimentares? E que ele pode influenciar no consumo alimentar diário? Pois é, mas as preferências alimentares também sofrem influência da genética, com características hereditárias influenciando na percepção do paladar.

Ao longo da vida, o paladar e as preferências alimentares vão se modificando, sofrendo a influência de vários outros fatores ambientais, como os relacionados à saúde, à economia e à sociedade. Mas os hábitos alimentares aprendidos nos primeiros anos tendem a se manter na infância tardia, na adolescência e até na vida adulta, e serão muito importantes para uma vida saudável ou para o surgimento de doenças crônicas e, por isso, sua importância.

Mas como será que os pais podem auxiliar as crianças a formarem um paladar que proporcione hábitos alimentares saudáveis?

Isso se inicia lá atrás, ainda na barriga da mãe. Isso porque o paladar, assim como os outros sentidos, começa a ser desenvolvido na gestação. Por isso, a dieta da mãe nessa fase é muito importante para que a criança desenvolva um paladar favorável. Consumir alimentos saudáveis e variados nesse período contribui para que os pequenos aceitem de forma mais fácil e natural os alimentos quando forem expostos a eles.

Depois que nascem, as crianças continuam expostas a diferentes experiências sensoriais por meio do leite materno. E assim como antes, uma dieta materna saudável e variada (ou diversificada) nessa fase é fundamental para a formação de um paladar que propicie hábitos alimentares saudáveis. Inclusive, esse período é muito importante porque crianças amamentadas no seio tendem a ter uma alimentação mais variada e apresentam menor risco de serem seletivas.

O período da alimentação complementar, que acontece dos 6 meses até os 2 anos de idade, é um momento sensível e de amadurecimento dos hábitos alimentares. Nessa idade os alimentos oferecidos influenciam de forma determinante o paladar da criança no futuro. E aí entra, novamente, a importância dos pais em oferecer uma dieta com vários grupos alimentares (proteínas, leguminosas, cereais, tubérculos, verduras e legumes). A forma como os alimentos serão oferecidos também é importante, por exemplo, oferecê-los de forma separada no prato, propiciando que a criança sinta o sabor de cada alimento. Sem falar da consistência, que deve ir progredindo do pastoso ao sólido de acordo com o amadurecimento do bebê.

Crianças que não tem essas experiências de aromas, texturas e aparências neste período, tendem a apresentar dificuldades alimentares e menor aceitação no futuro. Por isso é importante deixar a criança conhecer e interagir com os alimentos.

E é normal que os pequenos apresentem reações negativas ao provar ou cheirar novos alimentos. Mas não vão desistir de primeira hein? Vocês devem continuar oferecendo novos alimentos para suas crianças, mesmo que a reação inicial não seja muito positiva. Sugere-se que os alimentos devam ser oferecidos entre seis a 15 vezes para ser aceito pela criança, ou durante 15 dias.

Nesse contexto, usar a criatividade também pode ser uma saída. Use a imaginação para montar pratos saudáveis que chamem a atenção das crianças e despertem seu interesse.

Sabia que expor a criança ao alimento fora do contexto de uma refeição pode ser uma boa ideia!? Essa estratégia tem a vantagem de evitar um possível estresse associado à refeição e aqui vão algumas dicas de como os pais podem fazer isso:

 

1. Desenvolva jogos exploratórios
2. Envolva a criança na aquisição dos alimentos / plantação /colheita
3. Envolva a criança no preparo do alimento
4. Refeições em família, afinal os pais são exemplos
5. Não force a aceitação
6. Evite dietas restritivas sem indicação médica
7. Mantenha alimentos saudáveis de fácil acesso para a criança
8. Estimule comportamentos sensoriais exploratórios:

a) Audição: ouvir e falar o nome do alimento; ouvir história ou canção sobre um alimento; escutar o som do alimento ao bater, morder, mastigar.
b) Visão: olhar figuras com o alimento; explorar visualmente o alimento em diversas apresentações (inteiro, picado, descascado, cru, cozido....)
c) Olfato: cheirar o alimento in natura, cheirar o alimento descascado ou picado, cheirar o alimento cozido
d) Tato: sentir as diferentes texturas de um mesmo alimento (cru, cozido, picado, amassado...); sentir a textura do alimento ao mastigá-lo
e) Paladar: iniciar oferecendo pequenos pedaços; oferecer o alimento seis a 15 vezes no mínimo; encorajar a criança a prova

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